segunda-feira, 28 de abril de 2014

CINTO DE CASTIDADE E O CONTROLE DAS EREÇÕES INVOLUNTÁRIAS

Para o homem ter uma ereção ele requer uma sequência de eventos. Uma vez iniciada, a ereção sexualmente estimulada se mantém por meio de uma complexa interação entre nervos e vasos sanguíneos. Os músculos precisam relaxar, as artérias precisam dilatar e as veias precisam se contrair - tudo ao mesmo tempo. Se alguma coisa perturbar essa sequência de eventos, como por exemplo, o uso de cintos de castidade, esse indivíduo gradativamente ira apresentar uma maior dificuldades ter a ereção enquanto estiver usado o dispositivo.

Durante o primeiro e segundo mês as ereções involuntárias, que podem ter início já mais intensamente a partir do terceiro dia de privação, são um fator que dificultam muito a adaptação e a permanecia do homem em sua condição de trancamento por logos períodos. Mas este desconforto é amenizado abruptamente com o passar de alguns dias quando as ereções começam a ser cada vez menos constantes e a perderem a força enquanto contidas no cinto.

Até por volta do segundo mês as ereções involuntárias são algo recorrente, diárias, e as vezes acontecem várias vezes durante o dia. Ereções essas que são muito desconfortáveis e até dolorosas, por repuxarem a pele, causando uma sensação de ardência local e um desconforto pela curvatura negativa que o cinto obriga o pênis a manter.

Nesse caso, que chamamos de tentativa de ereção, que é apenas parcial e que não se torna completa por ser contida pelo cinto de castidade e devido à curvatura negativa do assessório que é contraria ao formato natural do pênis ereto, faz com que o organismo masculino assimile essa incapacidade de ficar ereto gradativamente se adeque fazendo com que ele tenha cada vez menos ereções involuntárias.

Em média, a partir de 60 dias de uso do cinto, o homem praticamente não apresenta mais ereções involuntárias. As ereções apenas irão parecer caso aconteça algum tipo de estimulo sexual, mesmo assim, essas ereções também não serão suficientes rígidas para tencionar o cinto, sendo assim, muito menos dolorosas. Mas essa condição não significa perda da libido, e sim que o homem está passando a ser inundado com outro tipo de excitação, que se manifesta psicologicamente e não através do enrijecimento do pênis.

Essa situação de incapacidade erétil, não é algo permanente, bastando a retirada do cinto, para que as funções e estruturas penianas voltem funcionar livremente que o pênis poderá ficar ereto normalmente. Esse mecanismo, conhecido como ereção condicionada à retirada do cinto, passa a funcionar como um botão de liga e desliga para a ereção. Fazendo com que o corpo masculino entenda que o destrancamento libera a possibilidade de ereção.

No entanto o uso do cinto de castidade por longos períodos (anos) pode levar o homem a uma redução na capacidade de ereção plena, e também a uma alteração na curvatura do pênis, fazendo com que ele quando ereto, mantenha a curvatura que é acostumada pelo cinto. O uso prolongado também faz com que o homem gradativamente perca sua ambição sexual, tornando o menos ativo, mais dócil e cada vez mais submisso. Além de em longo prazo gerar uma redução da atividade das glândulas reprodutivas, devido a diminuição da frequência dos estímulos ejaculatórios.