terça-feira, 13 de setembro de 2011

DICIONÁRIO BDSM - T

Tickling: O tickling é o ato de se aplicar cócegas e beliscões em alguém. Psicologicamente perturbador, depois de um tempo transforma-se em uma poderosa forma de estímulo sensual. Normalmente o tickling é feito com o submisso imobilizado para evitar fugas ou movimentos involuntários bruscos. A dominadora pode usar as mãos, penas, pequenos “rastelos”, ou qualquer coisa que provoque cócegas. Se aplicado por muito tempo pode ocasionar incontinência urinária, o popular “urinar nas calças de tanto rir”. Excluindo-se o nervosismo inicial, uma sessão de tickling libera uma quantidade considerável de endorfinas no cérebro. É comum o esgotamento físico depois de uma sessão de tickling. Uma sessão prolongada de cócegas pode ser extremamente perigosa.

Títulos Honoríficos: É comum o Top se auto-intitular honorificamente, em especial nos nicks utilizados pelo mesmo. Assim, utilizam termos como Domme, Rainha, Lady, Mistress, etc... Sendo apenas uma auto-intitulação.

Toalha Molhada: Utilizada para espancamento, sendo bastante dolorosa, mas segura por não deixar marcas.

Top: Mulher que está na posição de dominação. (Do inglês: “top” em cima, acima)

Tornozeleiras: Algemas utilizadas nas pernas, mais especificamente nos tornozelos.

Tortura Genital: O princípio básico da tortura genital é provocar sensações profundas e intensas diretamente nas zonas erógenas do corpo. A intensidade e as atividades variam de pessoa para pessoa e de prática para prática. Reportamos um grande cuidado dos praticantes para que não se ultrapasse o ponto onde a dor deixa de estar associada ao prazer. A área genital e os mamilos estão sujeitos a danos irreversíveis mesmo sob “castigos” moderados e os praticantes são muito cautelosos neste tipo de atividade. Pode-se usar gelo, velas (parafina), “imobilização”, prendedores, pesos e uma infinidade de equipamentos para se praticar tortura genital. Esta prática está na maioria das vezes inserida em um contexto mais amplo. A tortura genital no homem submisso é conhecida como CBT (Cock and Ball Torture) e compreende toda e qualquer prática visando a impossibilidade de ereção, dor e/ou castigo físico no pênis, bolsa escrotal e púbis.

Trampling: É o ato de ser pisado pela dominadora estando esta descalça ou com sapatos. Mais comumente observado no fetiche por pés. O risco do trampling é a pressão exercida por saltos altos muito finos, concentrando o peso do corpo da dominadora em uma área muito pequena. Na cabeça, pescoço, plexo solar, e região genital são raramente utilizados com o uso de saltos. Admite-se o trampling na região genital, desde que feito sem sapatos. O conceito de segurança é duplamente observado. Um trampling na região genital masculina pode causar sérias lesões e, até mesmo, a perda das gônadas. Trampling no pescoço invariavelmente conduz a morte.

Trave:Vide Cavalete.

Tronco: Vide Pelourinho.

Travestimento: Vide Crossdressing.

TT (Tit Torture): Do inglês, tortura nos seios.