sábado, 5 de julho de 2014

CASTIDADE, ABSTINÊNCIA E AS REGRAS

O começo:

1.       Procure submissos realmente disponíveis para ficarem castos. O sub tem que curtir isso para conseguir. Ele não deve ter relações baunilhas, isso torna a castidade inviável.

2.       Ponha o cinto sem hesitar, Dommes tem que ter convicção de que querem o escravo casto. Isso deve ser repetido mil vezes até ele entender que é a Dominadora quer e gosta dele casto.

3.       Estipule um prazo de duração da castidade para ele. (Isso não quer dizer que o tempo não será estendido)  E avalie o comportamento dele  até lá, sempre reforçando oque é do agrado ou não da dominadora.

4.       Tenha paciência e contorne as situações durante a primeira fase da abstinência,  não é muito complicado contornar isso na medida que os picos de ansiedade aparecem e geram atrito, mas isso é só nesta fase de adaptação e por isso é transitória. Dar um pouco de atenção para a carência dele ajuda a acalmar, mas reforce o objetivo principal que é a castidade.

5.       De estímulos sexuais para que a primeira crise de abstinência seja mais pesada. Mostre vídeos, se exiba, de fotos e tenha conversas sobre sexo, isso deixam o sub muito ansioso e faz a primeira crise ser a pior. Faça um pouco de carinho sexual nas primeiras sessões. Depois da primeira crise de abstinência, diminua ou corte os estímulos sexuais, as crises de abstinência que vem depois da primeira serão sempre mais brandas.

Depois da primeira crise de abstinência:

1.       O sub se sente confuso e precisa de tarefas e regras estipuladas para manter o foco na servidão. Atividades servem para ocupar a cabeça do sub. Estabelecer novos limites, regras e redefinir as diretrizes da relação, servem para estabelecer como será a relação dele com a domme. E também vai ocupar os pensamentos e energia dele em se adequar.

2.       O sub vai ficar gradativamente mais dócil depois da primeira crise de abstinência. E nessa fase ele está muito receptivo a novos estímulos, desde mudanças nas praticas e até alterações drásticas nos limites da relação. Essas mudanças podem gerar algum desconforto ou atrito e isso serve para medir como está a obediência dele. Mas aproveite para romper com as condutas baunilha e avalie como ele se adapta ao que a domme estabelecer de novo. Isso é o indicador de como ele esta lidando com a castidade e a obediência.  Quanto mais dócil menos resistência ele apresentará. Não admita questionamentos nessa fase. Quanto mais unilateral for o dialogo mais rápida é a adaptação dele.

3.       O sub sente desejo extremo sexual, mas começa a controlar seus impulsos. Ele nunca vai deixar de sentir tesão, apenas vai aprender a controlar e dar uma nova direção para essa energia.  Na medida que aprende a controlar mentalmente seus impulsos sexuais o sub precisa  redefinir seu novo comportamento referente aos aspectos sexuais  e também em seu modo de agir com a dona. Ele deve reverter esse desejo sexual em amor incondicional (Iidolatria)e obediência.

4.       Alguns comandos e conceitos devem ser estabelecidos e alinhados para que o ambos falem a mesma língua. (A língua da Domme) Ele precisa saber exatamente qual a identidade a sra esta montando para ele. Submissos castos não ficam idiotas e sim obedientes, pelo contrario eles focam em coisas bem mais uteis que os homens ativos. Sendo assim, ele pode colaborar e muito no que a Domme quer, exija transparência e dialogo franco dele. Pode ter certeza que ele vai se empenhar muito nisso. 

5.       Mecanismos de “liga” e “desliga” são importante para que e o sub tenha realmente consciência do papel que ira ter para a domme e quando deve estar atento a uma ordem. Os comandos servem para que gradativamente o sub tenha cada vezes menos necessidade de falar e saiba oque fazer em silencio. O silencio do sub é sinal de atenção e temor.  Para os sub casto o vocabulário deve ser resumido  cada vez mais na direção do “sim sra” e “não sra”. E para alguma explicação que ele tenha que dar quando for solicitado. Quanto menos ele falar melhor. Isso é sinal de que ele esta esperando o comando da domme.

Ex: quando a dona disser: fique ereto e segure o gozo. Ele fara isso. Mas também ela pode estabelecer um comando do tipo. “Duro”. E ele sabe que deve ter a ereção, mas que já é pre estabelecido que ele não pode ejacular.  Somente se vier um comendo tipo “liberado para ejacular”.

Ex2: Veja o comando “Silêncio”. Quando ele for dado, o sub deve para de falar sem nem concluir oque estiver dizendo e permanecer em silêncio até ser chamado a falar novamente. Pode ser previamente definido que um comando dado deve ser cumprido até nova ordem, independente do tempo de duração deste.

*a proposito, sub deve pedir sempre. Quanto mais ele pede(principalmente para falar), mais sub ele está sendo. Pois ele vai se acostumando a precisar da autorização para fazer algo. Isso é troca de poder.

Depois da segunda crise de abstinência (branda):


1.       O sub já está acostumado com a castidade e já consegue se controlar bem, sendo assim a castidade não faz efeitos drásticos no comportamento do sub. Causando assim uma ansiedade mais branda.  O sub se torna bem passivo e nessa fase é possível restringir a amplitude do universo do submisso, fazendo com que ele tenha foco, única e exclusivamente para a dominadora e cada vez menos para as coisas dele e baunilha. Ele fica totalmente, absolutamente disponível para a dominadora.