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sábado, 4 de fevereiro de 2012

POR QUE CASTRAR OS MACHOS?

1.Evitar fugas.
2. Evitar o constrangimento devido as demonstrações de excitação.
3. Evitar demarcação do território (xixi fora do lugar).
4. Evitar agressividade.
5. Evitar tumores testiculares.
6. Controle populacional.
7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis.


Mitos sobre a castração

"A castração deixa o escravo gordo"
Falso. A castração pode causar aumento do apetite, mas se a ingestão de alimento for controlada e a Dona não ceder às vontades do escravo, o peso poderá ser mantido.

"A castração deixa o escravo bobo"
Falso. O escravo ficará letárgico apenas se adquirir peso. A letargia é consequência da obesidade e não da castração.  

"A castração mutila o macho"
Falso. A cirurgia de castração é simples e rápida e o pós-operatório bastante tranquilo. É utilizada anestesia geral e o escravo já estará ativo 24 horas após a cirurgia.

"O macho castrado não tem interesse pela Dona"
Falso. Muitos machos castrados continuam a ter interesse por fêmeas, embora ele seja menor que comparado a um não castrado. 

EUNUCOS

Eles eram homens castrados, que tiveram o pênis e os testículos (ou apenas os testículos) tirados fora. Os primeiros registros são do século 14 a.C. A origem do nome tem sua origem grega, no termo eunoukhos, que  pode ser traduzido como "guardião da cama". No Oriente Médio e na China, eunucos foram usados como guardas ou serviçais dos haréns onde ficavam as esposas e concubinas reais. Na Grécia antiga, a prática era usada como pena para impedir a reincidência em casos de estupro ou adultério, embora os gregos também costumassem castrar serviçais domésticos para torná-los mais dóceis e inofensivos. Uma coisa é certa: a principal finalidade da castração era tornar os eunucos sexualmente impotentes. No entanto, mesmo sem testículos alguns homens eram capazes de ter ereções. Pois a testosterona, hormônio que regula o apetite sexual e tem papel fundamental na ereção é produzido também pelas glândulas supra-renais que fabricam entre 2% e 3% do hormônio.

domingo, 22 de janeiro de 2012

O JOGO DA CASTIDADE É SIMPLES


A partir de agora você não pode mais gozar.
Está proibido de fazer sexo e de se masturbar.
Vou te provocar, instigar e te excitar.
Seu pênis vai ficar duro e nós vamos jogar até quase você gozar.
Mas isso não vai acontecer.
Não perca tempo pedindo para se aliviar.
Só eu posso gozar. 
Vamos ver até onde você aguenta?
Aceite essa sua nova condição com resignação, aprenda a se controlar e faça isso por obediência a mim.

Prove que é capaz.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

MASTURBAÇÃO PROIBIDA

A castidade masculina não é apenas sobre os homens serem "castos" ou "fiéis" para sua dona. Ela implica também na privação da masturbação que resulta no acumulo da energia que antes era desperdiçada e que passa a ser utilizada para coisas mais importantes. Em termos de castidade, a masturbação masculina não pode ser justificada fundamentada no prazer do orgasmo que ela resulta, pois esse alívio é um ato solitário, egoísta, desnecessário, que serve unica e exclusivamente para agradar e despertar a si mesmo. Todo esse esforço e a energia expulsos durante a masturbação masculina são um esperdício que não pode acontecer e que deve ser direcionado para prestar atenção e se dedicar à sua dona. Lembre-se que um homem casto dentro de um relacionamento amoroso fica focado na parceira, de um modo que inclui seu corpo, sua mente, sua alma e todo potencial dessa energia espiritual que ele passa a acumular dentro de si sem o alívio.

A declaração acima não implica no fato de que a masturbação masculina em geral seja algo errado. Sendo a masturbação moderada algo normal e saudável, que pode aliviar o stress e ser um acompanhamento maravilhoso para fantasias. No entanto, em termos de um estilo de vida com castidade masculina a masturbação é um problema grave. Que mesmo sendo feita eventualmente acaba desviando a atenção do homem. Outro problema é que depois de algum tempo a masturbação acaba sendo praticada com excessos e pode se tornar uma solução viciante para os stresses e compromissos da vida do homem. Isso torna a masturbação uma distração que acarretar na alienação do homem para os problemas da vida e para o zelo com sua dona. Isso significa que a energia usada para o auto prazer não deve se perder e é melhor utilizada em outras partes de sua vida do homem, principalmente em atividades para agradar a sua dona.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

CHECK LIST FETICHE PARA SESSÕES (ING/POR)

Session Activities
 24 Hour or Multi-Day
 Adult Baby/Age Play
 Biting
 Bondage
 Branding
 Breath Play
 Cages/Dungeons
 Caning
 Cbt/Cock and Ball To
 Chastity
 Corporal Punishment
 Couples Sessions
 Cross Dressing
 Cupping
 D/S
 Discipline
 Electrical Play
 Email Exchange
 Face Sitting
 Fire Play
 Floggers
 Foot Worship
 Forced Feminization
 Hot Wax
 Human Furniture
 Humiliation
 Knife Play
 Latex
 Leather
 Medical Sessions
 Mummification
 Online Play/Chat
 Online Video
 Phone
 Piercing
 Pony Play/Human Pony
 Public Scenes/Outdoor
 Puppy Play
 Pussy Torture
 Role Playing
 S/M
 Sensory Deprivation
 Shaving
 Shibari/Rope Bonday
 Single Tail
 Sissy Training
 Slapping
 Slave
 Smothering
 Spanking
 Strap-On
 Suspension
 Tickle Torture
 Tit Torture
 Trampling
 Water Bondage
 Water Sports
 Webcam
 Wrestling

Atividades da sessão
  24 horas ou Multi-Dia
  Jogo Adulto criança / Idade
  Cortar
  Escravidão
  Marcar
  Jogo respiração
  Gaiolas / Calabouço
  Vara
  Cbt / Tortura pênis e bolas
  Castidade
  Castigo Corporal
  Sessões casais
  Travestismo
  Sangria
  D / S
  Disciplina
  Jogo elétrico
  Troca de e-mail
  Sentar no rosto
  Jogo Fogo
  Chicote Flogger
  Podolatria
  Feminização forçada
  Cera quente
  Móveis humanos
  Humilhação
  Jogo faca
  Borracha
  Couro
  Sessões médica
  Mumificação
  Jogo on-line / Chat
  Vídeo on-line
  Telefone
  Perfurações piercing
  Jogo do Pony / Pony Humanos
  Cenas públicas / Ar livre
  Jogo cachorro
  Tortura de buceta
  Ensenação
  S / M
  Privação sensorial
  Barbear
  Shibari / Cordas
  Chicote cauda única
  Formação Sissy
  Tapa
  Escravo
  Alisando
  Palmada
  Strap-On
  Suspensão
  Tortura cocegas
  Tortura peito e mamilos
  Atropelo
  Amarrar na água
  Esportes Aquáticos
  Webcam
  Luta

domingo, 2 de outubro de 2011

NEGAÇÃO DO ORGASMO

Negação sexual erótica , também conhecida como a negação do orgasmo , é uma prática sexual e uma forma de troca de poder em que uma pessoa é mantida na fase de platô do ciclo de resposta sexual humana por um período de tempo prolongado. Isso geralmente é feito como parte de um jogo BDSM. Dependendo da natureza do jogo, que tanto pode ser permitido um orgasmo no final (neste caso, o orgasmo é geralmente muito mais forte do que o normal), ou deliberadamente negado um, caso em que eles geralmente se sentem fortes sentimentos de frustração sexual .

Uma forma alternativa de negação do orgasmo é a negação de estimulação genital, seja por um período prolongado ou em separado a partir de uma cena. Falta de estimulação é assegurada pela utilização de um cinto de castidade ou outro dispositivo que impede fisicamente tocar e / ou (para homens) ereção.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A FANTASIA DA CASTIDADE

Ela é recorrente no universo da submissão masculina, e muitas vezes têm temas comuns, que geralmente giram em torno da fixação de um dispositivo (voluntariamente, coagido ou forçado) e o uso do dispositivo durante longos períodos de tempo. Nesta fantasia o homem é traído, forçado a assistir o sua parceira ter sexo com outros enquanto ele não tem nenhuma esperança de alívio. O mais interessante é que na medida que o homem se entrega a essa fantasia ele passa realmente a acreditar que ele merece esse tratamento e frequentemente encontra justificativas próprias para explicar sua privação. (Ele foi infiel, desrespeitoso, não pode controlar sua masturbação, etc...) Mas é fato todo homem casto torna-se um melhor ajudante, mais atento, mais carinho, etc... Existem muitos sites na web, que supostamente são escritos por mulheres falando sobre os benefícios de manter os homens em dispositivos de castidade, mas é obvio que esses sites são escritos por homens na esperança de que suas esposas ou as mulheres de uma forma geral possam lê-los e dessa forma colocar em prática esse jogo. Por isso podemos afirmar que a fantasia da castidade frequenta realmente o imaginário de alguns homens.

Uma questão importante é destacar que usar o cinto de castidade nada têm a ver com submissão. O uso do cinto é mais um jogo, do que realmente uma prova de sua entrega. Pois um homem verdadeiramente submisso vai manter a castidade mesmo sem o uso de tal dispositivo, para ele basta a mulher manifestar que deseja que ele se mantenha sem orgasmos. Então onde é que o uso de um dispositivo de castidade se encaixa em um estilo de vida e nos relacionamentos D / s?

Controle físico adicional

A maioria dos dispositivos de castidade limitam a quantidade de ereção de um homem. Então essa é a primeira grande vantagem de seu uso, essa sensação de não ser capaz de obter totalmente uma ereção cria um grande impacto psicológico no homem. Alguns dispositivos impedem qualquer contato no pênis ou escroto. Além, disso a maioria dos dispositivos força o homem a urinar sentado, limitando a sua liberdade. E por fim, os homens mencionam os efeito do “lembrete contínuo", que mantém o pensamento em sua parceira de forma constante, mesmo separados, enquanto usa o cinto de castidade.

Por isso a grande questão envolvendo o dispositivo é fazê-lo sentir os efeitos do uso do cinto. Não importa o quanto a auto-disciplina do sub o ajude a manter o controle, a realidade física de um dispositivo sempre coloca em choque seu sistema. Portanto, use este momento para deixá-lo vulnerável. Para isso o provoque ao máximo que puder, no início ele terá várias ereções mesmo com o dispositivo as limitando, mas na medida que ele ficar ereto e amolecer sucessivamente enquanto, lhe faz uma massagem, beija seus pés ou peteia seu cabelo,  gradativamente as ereções irão desaparecer durante as atividades e isso é ok. Pois isso é sinal de que ele se acostumando com a situação. Mas lembre se, nesse tempo que você gasta brincando com ele no cinto de castidade você estará jogando com a suas fantasias e fetiches e não com sua submissão. E quando ele estiver sem o cinto e conseguir se controlar mediante suas ordens, ai sim você estará jogando com sua submissão e obediência.

Saudações SM

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

PRIVAÇÃO SEXUAL TOTAL


Consideramos abstinência sexual o ato voluntário ou involuntário de abster-se parcialmente ou completamente de relações sexuais vaginal, oral, anal ou na forma de masturbação envolvendo dois ou mais indivíduos. Consideramos abstinência sexual involuntária a privação obrigatória por motivos religiosos, filosóficos, físicos, psicológicos ou morais. Um escravo bem prendado vive em regime de privação total sexual e desenvolve habilidades para se manter em abstinência. Para ele não é permitido nem um tipo de atividade envolvendo estímulos sexuais sem o consentimento de sua dona.

A condição de abstinência gera efeitos psicológicos que são de grande valia para a consolidação do poder de uma mulher sobre o homem. No entanto a abstinência provoca reações físicas diversas e por isso ela deve ser uma condição gradativa. Mesmo que eventualmente o homem não resista e quebre com seu voto de castidade,  ele deve sempre ser incentivado a retomar a privação e se manter em abistinência. Eventualmente alguns estímulos sexuais se fazem necessários para suprir momentos de crises de abstinência, porém o alívio total nunca deve ser permitido. Caso ocorra um orgasmo acidentalmente o processo de privação deve ser reiniciado imediatamente. Nos homens, após 3 dias a potência e volume de sêmen dobram, após 10 dias esse quadro começa a se reverter e gradativamente o homem passa a controlar melhor sua condição de abstinência.

Diferente do que se pensa, o homem a longo prazo, é muito mais adaptável à condição de abstinência sexual do que a mulher. A privação promove grandes mudanças comportamentais em sua vida e depois que ele supera o período inicial de agitação e ansiedade em pouco tempo eles encontram a serenidade e se tornam extremamente dóceis. Nas mulheres, após 10 dias sem sexo, as paredes vaginais começam a perder sua elasticidade e inicia um processo de ressecamento. Para elas se o falta de sexo durar vários meses ou anos, ela pode perder a capacidade fisiológica de transar e com isso a pratica se tornar muito difícil e dolorosa. Por isso a abstinência não é recomendada para as mulheres.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ser Casto por Rainha Frágil


Este texto foi retirado do blog da Rainha Frágil e para mim ele demonstra bem o espírito que as dominadoras devem possuir. A castidade é realmente o melhor caminho para se domar um homem.

O mantra dos meus escravos é: “Serei dócil, manso e obediente” , e ai já está entendido que serão castos.A castidade é premissa para a mansidão e a obediência. Porque nennhum homem comum alcançará todas essas virtudes se primeiro não for capaz de castidade.
A educação do homem passa obrigatoriamente pela castidade. Não é possivel ensiná-los a amar, nem mesmo ensiná-lo a desejar, sem que antes se tenha o controle sobre o seu sentir. Os homens castos se tornam mais puros, mais obedientes e menos ansiosos. E isso é de verdade assim que funciona. Não é lenda.
Os homem vivem em função do sexo. Sentem diferentes das mulheres. Está provado que o homem casto é mais manso e mais obediente que os homens comuns. São menos ansiosos. Não vivem naquela agonia para “montar” a fêmea.
Não é preciso castrar. Acho castrar uma coisa muito forte mesmo que seja apenas psicologicamente. Não. Sou de opinião que preservem a consciencia do pênis com toda aquela simbologia fálica que aprenderam desde meninos.
Gosto de usar a ereção como forma de condicionamento. Por exemplo, se você permitir que sempre só gozem depois de serem muito humilhados. Vão acabar associando as humilhações a ereção. E vão sentir prazer. Se voce tem desejo de sair com outros homens e quer que ele fique feliz por isso, condiciona a só gozar quando você conta sobre os casos que teve. Tem ai o famoso “corno manso”. Ideiafix, há dez anos sendo condicionado a só gozar vestido com roupas femininas. Hoje quase não consegue ter ereção se não estiver vestindo roupas femininas.
Também o fato de só terem permissão para gozar depois que a Dona esteja muito satisfeita os torna excelentes lambedores, rs. Desenvolvem técnicas próprias, se desdobram. Homens comuns fazem assim um oral apressado que nem dá gosto. Ainda mais eu que sou toda oral.
Aquela ansiedade que era fisiológica é substituida por um sentimento sublime, heróico. Querem ser merecedores então se fazem obedientes. E fazem o palhaço, a bicha, a cadela… Fazem o que voce quser, apenas pela esperança de um dia gozarem.
Homens são tão treináveis quanto os cães. Não há muita diferença. A única diferença é a consciencia mesmo. Então, é força-los de forma consciente. Fazê-los optar pela castidade.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

CINCO PREMISSAS DA CASTIDADE MASCULINA

1. Sua parceira não sabe sobre sua fantasia de castidade masculina. Não cometa o erro de supor que ela sabe da sua fantasia, mesmo que você tenha insinuado sobre ela. Você pode pensar que suas dicas são óbvias, mas elas não são. E pode ter certeza que a maioria das mulheres nunca irá desconfiar que você tem essa fantasia. Por isso ela sempre terá em mente que para a vida sexual de você o importante é o prazer mútuo, ao invés de aproveitar sozinha enquanto você se priva.
 
2. A mulher não vai vivenciar a SUA fantasia de castidade masculina plenamente no início. Por isso não exija isso dela. As mulheres tendem a gostar de uma introdução suave às coisas, especialmente quando são coisas que vão provocar uma enorme mudança no estilo de vida. Pense nisso desta maneira, ela precisa experimentar, se acostumar, gostar e só posteriormente não abrir mão dos benefícios de manter o homem na castidade.

3. Você precisa convencê-la que a castidade masculina é algo que você quer vivenciar de verdade. Seja paciente e converse bastante sobre o assunto, pois toda mulher já teve experiências negativas com homens que não chegaram ao orgasmo. Por isso para muitas é meio surreal esse estilo de vida. Você tem que mostrar que é algo que você deseja muito, que você fará por ela e que existem muitos benefícios para ela na castidade masculina.

4. A castidade masculina não é o normal. Digo isso sem qualquer sentido pejorativo. Porque é ridículo sugerir que a castidade masculina é normal tendo em vista que na maioria dos relacionamentos ela não é usual. No entanto a castidade masculina vem se tornando cada dia mais popular e um monte de homens e mulheres são introduzidos a este estilo de vida e descobrem como é excitante e proveitoso.

5. Sua parceira quer que você goze. Ela quer isso porque acredita que quando você goza é quando ela te satisfaz. Ela não quer correr o risco de ser vista como egoísta. Por isso é preciso mostrar para ela que você vai ficar satisfeito se ficar casto. E que sua satisfação está no prazer dela. Se seu interesse em se privar é serio e você pretende viver a castidade masculina, ela com certeza entenderá sua fantasia e aproveitará os benefícios desse jogo. A castidade masculina é divertida, mas também é demasiadamente séria. Ela vai mudar para sempre a vida do casal.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O JOGO DE REGRAS

Adaptação do relato de uma Dominadora casada com seu sub.

Eu descobri sites como este na internet há cerca de cinco anos atrás e, desde lá, tenho aprendido muito sobre dominação feminina. Posso afirmar que meu casamento e minha vida sexual mudaram muito depois que coloquei em prática algumas das muitas coisas que encontrei na net. Eu não sou uma dominadora natural, foi meu marido que me introduziu neste conceito. Ele adora brincar de escravo e Dona.

Quando nós éramos recém-casados, isso há cinco anos, eu amarrava-o e espancava-o, então ele gozava e ia dormir. Nessa época ele me chamava de Mistress, Dominadora, mas na verdade eu não o tinha em total controle, não era nem eu que controlava a cena. Raramente eu me via satisfeita com o sexo e meu marido pouco fazia quanto às coisa que realmente me deixavam satisfeita. Eu vivia frustrada, até o dia que comecei a tomar a rédea de nosso relacionamento e impor a ele um regime de controle sexual.

Eu adquiri um grande número de cintos de castidade, mas atualmente usamos mais os modelos CB 2000 e CB 3000 pois, feitos de plástico, não são detectados nos aeroportos e permitem que o meu marido os use mesmo durante suas viagens de negócio. Com a chegada dos cintos, vieram algumas regras básicas. Das quais não abro mão. Se não for assim, fim de relação.

Minhas regras básicas são simples: Meu marido só é libertado de seu cinto de castidade após lamber minha genitália 75 vezes. Isso garante que ele permaneça preso por um período entre cinco ou sete semanas, dependendo da minha vontade.
Eu registro todo o desempenho dele em uma planilha e a atualizo ao final de cada dia.

Para o funcionamento deste método existem outras regras complementares, como:

a-) Ele precisa de minha permissão para tocar minha vagina. Se ele encostar nela sem minha permissão esse prazer oral não será computado.
b-) Se eu não me satisfizer com a performance dele a ação não será computada.
c-) Ele não pode se recusar a me satisfazer. Caso se recuse, perde todos os pontos conquistados nas atividades anteriores e recomeçará do zero.
d-) Quando quero ser penetrada eu o obrigo a usar um dildo.

Essas regras têm funcionado bem até hoje. Desde o início do treinamento, há anos atrás, adicionei novas regras e algumas tarefas. Atualmente nossa relação é 24/7 e por isso foi preciso fazer alguns ajustes da idéia inicial.  Um “up grade”, pois homens submissos necessitam sentir uma dominação mais intensa com o passar do tempo. Por isso adotei as metas semanais. Onde a cada semana ele tem que cumprir um certo número de objetivos, caso contrário todo o seu esforço da semana em me servir oralmente se perderá.

Metas semanais:

Meta 1-) Ele deve implorar e receber 70 golpes em suas nádegas com o chicote de montaria.
Toda noite ele implora para receber 10 golpes em suas nádegas (7 noites com 10 golpes cada = 70 golpes semanais) antes de ir dormir. Ele suporta este spanking leve sem problema algum. Mas, se eu estou descontente com ele ou ele tem sido desatento comigo, eu recuso-me a espancá-lo. A cada dia que eu recuso açoitá-lo, mais golpes diários ele deverá receber nos próximos dias a fim de cumprir os 70 golpes. Assim, minha recusa em espancá-lo na segunda-feira, terça-feira, quarta-feira e quinta-feira o fará ficar mais atento a mim ou senão não cumprirá a meta. Também é preciso levar em consideração que quando a meta se acumula o castigo fica mais pesado Ele pode ter que passar pela experiência de receber as 70 chicotadas de uma única vez no último dia.

Eu observo também alguns aspectos:
Eu o espanco apenas uma vez por dia.
Nada de receber os golpes em “prestações”.
Eu aplico os golpes de modo contínuo, sem pausas ou intervalos.
Eu sempre aplico os golpes com a mesma intensidade, independentemente do número de golpes à serem aplicados.
Se ele me pedir para parar o spanking eu acatarei seu pedido, mas ele perderá todos os pontos da semana.

Meta 2-) Ele deve passar toda a noite de sábado com o “Bracelete de Kali”. Este artefato é um tipo de anel com pequenas saliências pontiagudas em sua face interna. Este anel, colocado no pênis impede qualquer tipo de ereção, pois o pênis, aumentando seu diâmetro, é pressionado contra as pontas, provocando intensa dor. Se não vestir o “Bracelete de Kali” ele perderá todos os méritos obtidos na semana.

Meta 3-) Ele deve receber, ao menos, uma punição passiva por semana.
Punição passiva é aquela em que ele sofre alguma agrura, mas eu não participo diretamente. A idéia é que ele é tão submisso que deve se auto-punir para me satisfazer.
Um exemplo de punição passiva pode ser o “ball stretching” (uso do “para-quedas” que, associado a um conjunto de pesos nos testículos, visa esticá-los e mantê-los baixos) Nestas ocasiões eu uso a coleira para prender a guia em um local alto, de modo que ele não possa sentar-se. Ele fica  por volta de uma hora assim.

Nós mantemos em uma sacolinha cerca de 25 punições passivas registradas em cartões desenhados e confeccionados por ele . Através desses cartões eu sorteio a punição que será aplicada.

Algumas das outras punições passivas são:
Treinamento anal: deitado preso à cama, introduzo um dildo em seu ânus por uma hora, mantendo-o no lugar com o uso de uma calcinha.
Treinamento de mamilos: algemo suas mãos nas costas, coloco prendedores com garrinhas em seus mamilos e mantenho-o ajoelhado por uma hora.
Treinamento dos joelhos: Ordeno que ele se ajoelhe junto aos pés da cama. Algemo suas mãos nas costas e amarro seus testículos no pé da cama, de modo que ele não possa se mover. Mantenho-o assim por meia hora.
Treinamento de salto: Obrigo-o a calçar meus sapatos de salto alto (meu tamanho é bem menor que o dele). Uso a coleira para impedir que se sente. Ele fica assim entre 45 minutos e uma hora.
Treinamento de enema: Ele deve receber um litro e meio de água e retê-la dentro de seu organismo por 10 minutos.
Eu também costumo combinar algumas destas punições.

Meta 4-) Ele deve adicionar ao menos uma punição à sacolinha por mês. Desta forma estamos sempre renovando os cartões na sacolinha.

Contando os pontos.
Se todo o conteúdo da semana é atingido eu permito que ele registre os serviços orais na planilha de acompanhamento. Quando completa as 75 eu o liberto ao final de sua série de provações, permito que ele tenha um orgasmo, mas sempre de uma maneira humilhante e servil. Eu posso afirmar que ele é extremamente feliz com essa situação. Ele está vivendo sua fantasia, sendo submisso a uma mulher.

Agora sim eu posso dizer que realmente domino meu marido, ele suporta suas punições e a dor e faz tudo exatamente como quero. Além de eu também estar vivendo minha fantasia: tenho um marido bem comportado que trabalha duro para me dar prazer e tenho todo o serviço oral que poderia desejar. Como eu disse no início, eu não sou uma dominadora natural, mas confesso que eu adorei os resultados que o Femdom proporcionou na minha vida.

Adaptado do texto encontrado no blog escrava jessica

sexta-feira, 2 de julho de 2010

CONTROLE SEXUAL

A dominação feminina, castidade forçada e a inversão de papéis são as formas mais eficazes e conhecidas de controle e manipulação da sexualidade, desejo e também de outros aspectos (psicológicos, hormonais, comportamentais, financeiros e sociais) masculinos.

Homens castos não são criaturas amarguradas, sem iniciativa, muito pelo contrário são bem dispostos, cheios de energia, felizes, realizados e maravilhosos. Claro que eles sofrem bastante, não vou negar isso, principalmente no início e durante a fase de adaptação ao terrível e desconfortável cinto de castidade.

No entanto, o sofrimento deles purifica, transforma e se justifica nos benefícios que a própria castidade traz à mulher. Enquanto casto, o sofrimento masculino originado pelo desejo inalcançável de alívio sexual nunca termina. Se manipulado corretamente, toda essa frustração e energia sexual reprimida podem te proporcionar controle, regalias e prazeres indescritíveis.

Depois do período de adaptação, os homens castos aprendem a se manter “puros” em pensamento, saudáveis e livres do desejo de se aliviar com masturbação. Quando se tornam castos os homens mudam completamente de atitude e se tornam absolutamente fiéis, cada vez mais submissos e comprometidos com as respectivas parceiras.

Isso não é maldade, a mulher é superior e ele deve se sacrificar por teu prazer... Então, sem culpas, se realize plenamente e se divirta a valer. Mande-o usar a língua ao invés do pênis. Lembre-se, goze o quanto quiser, ele deve permanecer casto, não você! Dê ordens, deixe-o ajoelhado, chute, bata, maltrate, humilhe, castigue, mas não ceda, seja firme e aprenda a dizer NÃO!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

CINTO DE CASTIDADE II

O Cinto de castidade é um acessório projetado para ser colocado no ventre, cobrindo os genitais e trancado ao redor da cintura de modo a frustrar ou restringir a atividade sexual (penetração), orgasmo e a masturbação. Ao mesmo tempo sem impedir as funções fisiológicas sendo possível a sua utilização por períodos longos e até indeterminados.


Na idade média, onde se tem notícia do surgimento dos primeiros modelos de cintos de castidade, existiam apenas modelos femininos. Que eram usados como forma severa de opressão sexual. Possivelmente, durante a inquisição, no tempo das cruzadas e na época das grandes navegações, como os homens costumavam se ausentar por meses, anos ou até mesmo décadas, eles deixavam as suas mulheres trancafiadas.

Eles eram usados inicialmente com a finalidade de proteção contra estupro e para evitar traições. O uso de cintos foi aceito socialmente como uma forma de controle feminino, com aval religioso e aceitação em conventos, mosteiros e outras instituições religiosas e sociais. Se tornando uma eficaz ferramenta de controle e de tortura fisica e psicológica.


Atualmente os cintos de castidade continuam sendo produzidos e utilizados. Ao longo dos anos eles foram aperfeiçoados com melhorias ergonômicas de segurança, higiene, tamanho, conforto e discrição. Embora ainda existam diversos modelos femininos, o uso do cinto de castidade hoje em dia se tornou predominantemente masculino.

Segundo estatísticas recentes divulgadas pelo Jornal The Guardian, cerca de trinta mil homens vão trabalhar trancados em seus cintos de castidade masculinos no Reino Unido todos os dias. Sendo que a venda dos modelos masculinos alcançam percentuais muito superiores aos dos modelos femininos.


A utilização atual do cinto de castidade se tornou um ato consciente e opcional (consensual) e pode estar intimamente relacionado com algumas práticas fetichistas, inclusive com o BDSM, porém não exclusivamente. Os cintos são também utilizados com o objetivo de banir definitivamente a possibilidade da traição masculina ou evitar a masturbação.

O homem se submete ao cinto espontaneamente, deixando para sua companheira, guardiã das chaves, a decisão sobre quando, como e onde ocorrerá atividade sexual (ereção, penetração e gozo). Isso por ter consciência da sua dificuldade em conseguir se controlar e se manter fiel. Além de demonstrar compromisso e se tornarem sempre dispostos para satisfazer suas companheiras.



O uso contemporâneo do cinto de castidade masculino quebrou o paradigma da mulher submissa x homem dominante, algo tão comum no passado mostrando que há outras fórmulas possíveis de relacionamento, baseadas na troca de poderes e papéis, trazendo o foco e o centro da relação para o controle e o prazer feminino, em detrimento da auto-satisfação, egoísmo e poder masculino.

Fonte: Adaptação texto Winkpédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 24 de março de 2010

NEGAÇÃO DO ORGASMO - Cinco estágios

Diz-se que os homens podem ser mantidos em negação durante longos períodos. Estimasse que períodos em torno de 2 - 4 semanas são os mais frequentemente usados. Períodos esses que são considerados como sendo livre de problemas. Períodos superiores à  4 semanas de castidade pode ser considerado longo prazo, mas é possível manter um macho submisso casto, por períodos de 3, 6, 9 ou até 12 meses ou mais. Este tempo casto tem um impacto emocional e psicológico poderoso no inconsciente do submisso. A negação do orgasmo extremo, aliada ao controle e à submissão, pode ser uma experiência incrível tanto para a Dominadora como para o submisso. Se praticada e gerida de forma adequada e com uma comunicação aberta depois de um certo tempo os laços de dependência e os sinais da submissão se tornam visíveis e muito fortes .


As consequências físicas para a castidade, a longo prazo não são claros, a maioria das fontes parecem concordar que o corpo vai espontaneamente reabsorver esperma, mas que os fluidos da próstata devem ser removidos regularmente para reduzir o risco de câncer mais tarde - Isto é feito geralmente através de uma ordenha de próstata. Com tempo sugerido de uma vez ou duas vezes por mês.

No entanto a negação causa um impacto não apenas físico, sendo considerado os efeitos da castidade na maior parte emocionais e psicológicos. Aqueles que são submetidos a esse controle passam normalmente por cinco estágios antes de demonstrarem os sinais de alterações no inconsciente e aumento de seus vínculos com a Dominadora. O tempo de cada estágio varia de acordo com o organismo e os estímulos a que o homem é submetido.


PRIMEIRO ESTÁGIO, agitação. Causado pelos primeiros dias sem o orgasmo. O homem fica acelerado, é possível perceber alterações comportamentais. O animo e a disposição para realizar tarefas aumenta. A Testosterona ainda causa pouco efeito no inconsciente dele até este momento.   

SEGUNDO ESTÁGIO, obsessão. É o período onde o homem pensa intensamente em sexo. Neste momento, ele usa todos os artifícios que tem para conseguir se aliviar. Muitas vezes recorre à masturbação como alternativa para isso. Compulsivamente fala sobre sua necessidade e sobre sexo, o que neste caso pode ser visto como válvula de escape. A Testosterona apresenta impactos físicos e no inconsciente dele.

TERCEIRO ESTÁGIO, irritabilidade. Após o período de obsessão é possível constatar o surgimento de um certo nervosismo. É visível a diminuição da paciência e o aumento da intolerância neste período. Isso ocorre devido ao acumulo hormonal (Testosterona) no organismo. São os primeiros efeitos comportamentais no inconsciente.   

QUARTO ESTÁGIO, aceitação. Gradativamente o homem entra nesta etapa. Seu organismo começa a se acostumar com a quantidade, intensidade e os efeitos da Testosterona que se acumula. Seu foco no alívio da necessidade sexual gradativamente se dispersam em outras atividades. Gradativamente ele fica mais dócil.

QUINTO ESTÁGIO, dependência. Sobre os efeito dos hormônios acumulados, mas com o comportamento e o temperamento controlados, o homem fica receptivo para realizar diversas atividades. Seu corpo responde ao mínimo estimulo a que for submetido. Isso o torna facilmente controlável, manipulável e gradativamente mais dependente. Seu inconsciente está apto a ser submetido a um real controle por parte da parceira. E o nível de dependência dele se torna crescente.


Saudações SM.

segunda-feira, 1 de março de 2010

O ESCRAVO CASTO


Gosto de pensar que o controle de minha vida não está em minhas mãos. Ficar dias e dias sem ejacular é algo que muito me faz sofrer, mas que ao mesmo tempo me instiga. Estar no meu limite, sentir a agonia da abstinência. Isso causa em mim um verdadeiro frisson. Geralmente, quando uma Domme programa uma sessão ela quer que seu escravo esteja no limite. E para isso ela o prepara fazendo com que ele se masturbe diversas vezes sem poder ejacular por dias.
Creio eu que toda Domme se delicia ao ver a agonia de seu escravo quando este começa a ficar desesperado e mal consegue conter o orgasmo. Esse é um castigo físico, uma experiência totalmente masoquista. Mesmo não envolvendo chicotes e outros tipos de assessórios (é claro que eles podem fazer parte desta brincadeira) está é, com certeza, uma tortura agonizante.
Por isso para uma Domme ter um escravo casto é como possuir um bem divino, um ser puro. Um objeto que pode ser usado a qualquer momento da maneira que ela bem entender e para seu total prazer. Ele estará sempre apto e pronto para atendê-la. Para elas possuir um casto é ter um troféu. Com a castidade a “entrega” do escravo traz consigo uma submissão diferenciada. Neste jogo de Dominar e ser dominado, manter o escravo proibido de gozar é desenvolver nele, doçura, dedicação, obediência, subserviência e principalmente desejo.
Um casto não tem permissão para se masturbar, nem se tocar. E para isso alguns assessórios como o cinto de castidade são utilizados. Existem aqueles escravos que conseguem se manter puros sem a ajuda deste equipamento. Mas temos que reconhecer que existe uma diferença grande entre não fazer e não ter como fazer. Para os escravos que não usam cintos e mesmo assim se controlam a chave da relação esta na lealdade, mas se ela for quebrada nunca será recuperada. Como o vaso de cristal que se quebra e não se restaura.
Com o passar dos dias a Domme consegue ver nos olhos do escravo essa entrega, vê o desejo dele crescer a cada dia e a vontade de escapar do domínio desaparecer à medida que a submissão desabrocha. É claro que isso não acontece do dia para noite, é um processo lento, muitas vezes trabalhoso. Muitos homens têm dificuldade em abandonar o sexo, o orgasmo e até mesmo a masturbação. Mas pouco a pouco, gradativamente, conversando, convencendo, a Domme consegue retirar toda a vontade do escravo. Assim eles ficam mansos e quando lhe for permitido gozar eles ficarão completamente satisfeitos.
Torná-los castos os deixam dóceis e obedientes. Eles perdem a ansiedade e entendem que não precisam controlar nada. Com isso a Domme vai perceber as vantagens de fazer o escravo gozar cada vez menos e de tranzar menos ainda. Para ser preciso, tranzar nunca. Eles não têm tanta necessidade assim, apenas não sabem disso e precisam ser treinados para conseguir.

Saudações SM

sábado, 5 de dezembro de 2009

CINTO DE CASTIDADE - FEMDOM BRIDE

DEZ MANDAMENTOS DO BDSM - ÓTICA DA CASTIDADE

Este texto foi traduzido e adaptado do "Mistress Manual, 2001", e descreve dez possíveis mandamentos do BDSM sob a ótica do uso de cintos de castidade.


1. Controle o orgasmo e você controla o macho.

Comentário: Os homens são eternos escravos dos seus orgasmos então aceite e manipule este fato. Estudos sérios demonstram o poder da compulsão masculina pela masturbação e sexo. Uma Dominadora de orgasmos também controlará desejos, pensamentos e terá acesso a todos os segredos do seu macho egoísta, que pouco a pouco será transformado em um novo homem, fiel, frustrado e submisso.
Enquanto casto usando um cinto, o homem fica fiel, não fantasia, não trai nem em pensamento e jamais se masturba. Ele rasteja humildemente aos pés da mulher, suplicando... Um homem nessa situação fica completamente submisso, patético, bobo, indefeso e será o escravo perfeito e absoluto. Homens castos são presas fáceis para mulheres malvadas e insaciáveis. Eles aceitam qualquer manipulação e não medirá forças para presenteá-la, agradá-la e servi-la. Mesmo se significar dor ou humilhação. Não deixe que eles gozem jamais. Um mero e simples orgasmo permitido e tudo estará perdido, seu escravo voltará a ser o machão de sempre.

2. Para fazer qualquer fantasia funcionar, é preciso botar medo no submisso.

Comentário: Antes de tudo, é necessário entender que a fantasia é da Dominadora e não do escravo, nunca deixe o escravo reverter à situação ou pensar o contrário.A Rainha deve demonstrar quem está no comando, com postura, firmeza e atitude. O jogo psicológico, o medo e o suspense são tão eficientes como o chicote. A negação constante das necessidades do escravo o deixará em total estado de excitação e agonia. Cabe a Dominadora prolongar o clima de mistério e medo ao máximo. Por isto os acessórios, o figurino e o cinto de castidade são tão importantes no mundo BDSM. Cabe a dominadora descobrir o que seu escravo mais teme e usar esta informação contra ele.

3. Estímulo e frustração são iguais a serviço e submissão.

Comentário: Provocar, atiçar, estimular, ouriçar o escravo. Em seguida, fugir, negar, proibir, rejeitar e humilhar... enquanto castos e com o cinto de castidade eles permanecem submissos. Logo não podem e nem devem ter um minuto de prazer. Não podem se realizar através do gozo. Nunca e jamais devem gozar! O único prazer que lhe restará é servir suas donas e cobiçar o que não se pode ter. Excitação sem orgasmo, sem alívio... Cria uma necessidade, uma frustração enorme. Nada funciona melhor em um escravo do que esta política de negação constante.

4. Todo submisso testará os limites da sua autoridade. Nunca o deixe obter coisa alguma. Ele precisa que você seja firme e coerente.

Comentário: Escravo não tem direitos, só obrigações e deveres para com sua dona. Deixe isto bem claro. Mostre que ele está ali para servir. Use quaisquer meios. use chantagem com fotos, chicote, contrato, correntes ou chibata. não retire o cinto. A Rainha não deve ceder aos caprichos e desejos do seu escravo. Ele é quem deve servir de motorista, cozinheiro, massagista, cavalinho, capacho, empregada, banheiro e tudo que você puder imaginar. Goze várias vezes e ele não. O problema dos submissos é tentar impor limites, fazer apenas o que gostam. Se for este o caso negue, inverta, quebre todas as barreiras e expectativas. Faça que ele aprecie todos os seus fluídos corporais. Ele deve aceitar tudo, SEMPRE! Mantenha a moral do escravo sempre baixa.

5. A dor física não satisfaz um submisso (só os masoquistas)

Comentário: Apesar dos escravos masoquistas gostarem da dupla Dor/Prazer e terem dificuldade até em diferenciar estas sensações. Deve ficar claro aqui que a cena acontece pelo PRAZER DA RAINHA EM CAUSAR DOR, não do escravo em sentir dor (se ele gostar da dor melhor para si – se for o caso não deve revelar que gosta de apanhar para não diminuir o prazer sádico da sua Dominadora). Já para o submisso, a dor é um castigo. então ele deve submeter-se pela satisfação da Rainha. Cintos de castidade retiram todo o aspecto sexual e físico da relação SM, liquidando o lado carnal desta relação. Os cintos de castidade transformam toda a energia sexual em serviços, dedicação, amor, carinho e obediência. A relação SM se torna mais "espiritual" e platônica (lado do escravo), porém não menos intensa e recompensadora.

6. Quanto mais excitado o submisso está, mais dor ele pode suportar.

Comentário: A rainha deve ser responsável e impor limites. Tudo deverá ser consensual em uma relação BDSM, as marcas deverão sumir, o roxo clarear, e com o tempo a dor deverá cessar. Nada pode ser duradouro, exceto a entrega do escravo para a Rainha. Enquanto casto o escravo clamará e suportará a dor. Pedirá e aceitará todo o desconforto que a Dominadora quiser, inclusive humilhações. Após o orgasmo, o escravo ficará fraco e sensível e não conseguirá receber ou aceitar mais nenhuma forma de dor.

7. Quanto mais eficiente for sua dominação psicológica, menor a dor necessária para controlar e satisfazer seu submisso.

Comentário: Tudo é puramente psicológico em uma relação BDSM, quando mais subjetivo, melhor. As grades do amor são mais fortes que qualquer cadeado, por isso mantenha seu escravo apaixonado. Não conceda orgasmos, mantenha sua castidade, converse com ele e mostre o quanto ele é pequeno, indefeso e inferior. Lembre sua posição inferior...Mas mantenha ele ali, sempre apaixonado e servindo. Nunca de um descanço a ele.

8. Toda punição é um equilíbrio entre intensidade e duração. Dor mais intensa, menor o tempo de duração. Se você deseja prolongar a punição, use pouca intensidade.

Comentário: Elas são inversamente proporcionais. Nos escravos castos o limite de dor são sempre maiores.

9. A submissão cresce com o tempo. Enquanto você manter firme o controle, mais longa será a sua sessão e mais completamente submisso seu companheiro ficará.

Comentário: O melhor é que o escravo fique sem acesso ao gozo permanentemente. Seria ideal se as sessões não tivessem um limite pré-estabelecido, melhor quando a realidade e fantasia se confundissem, isto é, fizessem parte do cotidiano do escravo. Ele deve ser treinado a agir submissivamente 24h do dia, sem descanso. Mesmo na rua, usando roupas comuns, deverá estar habituado a servir. Em casa, na intimidade do lar, deve ser seu capacho, usar uniforme de doméstica e dormir no chão... Vicie seu escravo no seu corpo, com seu consolo, mostre a ele tudo o que está perdendo, todo o calor, cheiro e aconchego quando não está servindo.

10. Seu prazer e controle estão inexplicavelmente relacionados com a submissão e prazer dele.

Comentário: O prazer do escravo não importa, apenas a felicidade da Rainha deve ser levada em consideração. O prazer é dela e somente dela. O escravo é coadjuvante.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O VÍCIO DA MASTURBAÇÃO

Saiba que é fato, todo homem que possui um pênis menor que 16 cm é viciado em masturbação. Com essa condição inferior, estes rapazes acabam se conformando com esta situação e aos poucos vão criando esse mau habito.
Por causa do pequeno tamanho eles escondem essa condição e acabam por criar um trauma psicológico, que termina por torná-los cada vez mais retraídos, tímidos e inseguros com o tamanho de seu pênis. Por outro lado, os mais bem dotados se tornarão seguros e confiantes e passam a ter uma vida sexual ativa.
Este cenário acaba por tonar os homens que têm o pênis menor que 16 cm suscetíveis ao mau habito da masturbação. Alguns se masturbam mais que 5 vezes ao dia. Esta prática faz compulsiva, os condicionam a ejacular rapidamente e só conseguir a ereção com a ajuda de toques manuais. Diferente dos mais bem dotados que aprendem a satisfazer uma mulher e retardar a ejaculação.
Em geral, estes rapazes de pênis pequenos, se tornam muito submissos, e ficam felizes ao receber qualquer tipo de atenção ou ordem de uma mulher.

PRIMEIRO PASSO:
Meça o pênis do homem. Verifique se ele tem um pau menor que 16 cm.

SEGUNDO PASSO:
Observe se para ele ter a ereção é preciso que ele use estímulos manuais. Normalmente, nestes casos, eles não conseguem que o pênis fique duro sem tocá-lo.

TERCEIRO PASSO:
Dê algumas ordens para que ele cumpra. Mande que ele fique em determinada posição ou que não toque o pênis. Em seguida observe se ele volta a tocar o pênis na tentativa de ter a ereção. Se isso acontecer, pode ter certeza, ele é viciado em masturbação.

QUARTO PASSO:
Aproveite para verificar o status de obediência dele: Mande que ele se masturbe e em seguida pare, várias vezes e sem ejacular. Caso ele cumpra, mesmo que meio desajeitadamente, pode ter certeza que ele é um homem submisso. Falta apenas para ele o treinamento adequado. E não se preocupe, quando excitado ele permitirá e fará qualquer coisa que você desejar.

QUINTO PASSO:
Deixe que ele saiba o quanto é inferior à mulher e aos homens de pau grande. Depois de medir o pênis dele segure o com as mãos e diga para que ele saiba como você acha o tamanho pequeno. Diga como você adoraria que o pênis dele fosse maior. Agora que lançou a idéia. Continue sempre alimentando este pensamento. Para que ele sinta cada vez mais vergonha do tamanho que tem.

Homem de pênis pequeno é o tipo ideal para se ter qualquer tipo de envolvimento, pois eles aceitam que a mulher controle os principais aspectos de sua vida. Eles se contentam com a monogamia e não se preocupam com o fato de suas mulheres terem outras relações. Eles ficam completamente excitados com a autoridade feminina e agradecidos por serem aceitos. Repare como ele fica excitado e duro quando você se comporta de maneira superior e sensual, ordenando a ele exatamente o que deve fazer.
Ao poucos eles se tornam mais dóceis em aceitar qualquer tipo de ordem. O grande problema ainda é lidar com o vício da masturbação. Mas depois de certo tempo, quando eles estiverem bem obedientes e muito submissos, pode ser resolvido com exercícios de castidade ou o uso de dispositivos projetados para esse fim.
Para acabar com a masturbação a mulher deve mostrar como este habito é danoso e assemelha-se ao adultério. Pois seus pensamentos, sempre passeiam fixamente em outras mulheres enquanto ele se masturba. Masturbar tira da mulher o prazer de aproveitar daquela ereção, além de desperdiça energia de forma inútil.
Sendo ele um homem submisso, uma mulher não precisará de muito para deixar que ele se sinta culpado e arrependido por se masturbar. Diante disto, aproveite para iniciar o processo de castidade controlada e forçada, onde a mulher impedirá a masturbação com o uso de um dispositivo de castidade. Desta forma o homem só poderá ter um orgasmo com autorização.
Não diga nunca para ele quando ira retirar o dispositivo e sempre que ele pedir para ter um orgasmo ou para que o cinto seja retirado de a ele um castigo. Assim, ele aos poucos irá se conformar com a situação e aceitar passivamente o uso.
E não se preocupe, a mulher pode ter do homem o prazer oral sempre que desejar. E tenha certeza que desta forma ele ficará ainda mais instigado. Adquira dildos e vibradores, de tamanhos e formatos variados, preferencialmente maior que o dele. E não se canse de fazê-lo saber como ele tem o pau pequeno.

DICA: Coloque o consolo com cinta em seu homem e o obrigue a fazer sexo com o strap on.

Uma importante parte do processo de treinamento de submissão do homem é ele não saber quando ira ter o orgasmo ou quando o cinto será retirado.Técnicas de "orgasmo frustrante" e "orgasmo interrompido" são muito eficientes. Fazendo com que ele interrompa a masturbação tão logo o primeiro jato de sêmen esteja pronto para sair. Ou interrompendo a ejaculação, se reduz, em muito, seu prazer, conservando a maior parte da energia de seu desejo que seria desperdiçada em uma ejaculação normal.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

MASSAGEM PROTÁTICA


A ordenha da próstata é a técnica de massagem no aparelho reprodutor masculino: A qual se retira o esperma através de estímulos na glândula prostática, vesículas seminais e nas âmpulas, que são os reservatórios que armazenam o esperma. A glândula prostática, quando está cheia, pode ser sentida se pressionarmos o dedo no meio do períneo (atrás do escroto). É uma protuberância redonda, do tamanho de uma bolinha de gude. Outra forma de acesso a ela é através do reto, por onde pode ser sentida, como uma massa arredondada na direção da frente do corpo, e fica à distância aproximada de um dedo (indicador) dentro do reto. Para localizá-la é preciso inserir o dedo médio e deslizá-lo desde a entrada do reto, para cima, até senti-lo passar sobre uma bola. Ali está a próstata. Logo acima da próstata está um nódulo menor, de forma grosseiramente triangular, como uma cunha, que é a porção inferior das vesículas seminais. É nelas que a maior parte do fluido ejaculatório fica armazenado. E sob as vesículas estão as âmpulas. Durante a excitação sexual, o esperma e o fluido ejaculatório se acumulam nessas glândulas e são contidos pelas válvulas dos dutos ejaculatórios. Quando a pressão do fluido atinge um limiar alto o bastante, as válvulas se abrem e o bulbo uretral se enche, disparando os reflexos ejaculatórios e as contrações musculares do orgasmo, o que esvazia as glândulas.
Outra maneira de se realizar está ordenha é por via retal. Massageando-se ritmadamente os órgãos, entrando e saindo com um consolo. Mas usar o dedo médio sozinho ou em conjunto com o indicador, bem lubrificados, com movimentos firmes e suaves sobre os nódulos das glândulas dentro do reto é a forma mais eficiente.
A massagem vai forçar o fluido seminal e o esperma diretamente na uretra. Se a excitação é lenta ou a estimulação peniana é interrompida a drenagem da uretra não produzirá orgasmo. Uma vez que a ejaculação atinja o meatus, pode-se esvaziar a uretra passando-se um dedo firmemente da parte inferior do pênis até a sua cabeça, empurrando o esperma para frente.
Uma camisinha pode ser usada para coletar o esperma, para que a Dona possa parar quando uma quantidade equivalente à de uma ejaculação normal tiver saído. Neste ponto, a massagem prostática terá terminado.
A massagem prostática é bastante prazerosa, mas a maioria dos homens é incapaz de chegar ao orgasmo sem alguma espécie de estimulação peniana. Portanto se você não deseja que ele tenha um orgasmo, não permita que ele se toque.
Uma vez que uma quantidade suficiente de fluido tenha sido drenada, restará um resíduo insuficiente para acionar o reflexo ejaculatório, e nenhuma estimulação peniana resultará em orgasmo. Tal técnica pode se usada para frustrar a masturbação masculina e o orgasmo, se aplicada em intervalos apropriados. Pode ser preciso fazê-la uma ou duas vezes por dia, a não ser que o homem esteja usando um cinto de castidade. No entanto mesmo aprisionados ainda é preciso ter suas glândulas drenadas para evitar ejaculações noturnas com orgasmo. Com ordenhas prostáticas regulares, o alívio orgásmico pode ser negado a um macho por um tempo arbitrariamente longo sem qualquer efeito nocivo.
Quanto tempo esperar entre uma ordenha é algo que deverá ser determinado experimentalmente. O objetivo é passar o máximo de tempo possível sem acionar polução noturna. Eu diria que entre seis e oito semanas o risco de acontecer uma polução aumenta. Mas uma meta interessante é manter o homem um ano sem o orgasmo.

AUMENTANDO A FRUSTRAÇÃO
Um meio eficiente de aumentar a sensação de frustração pela negação do orgasmo é masturbá-lo até um ponto próximo ao orgasmo, e então parar os estímulos. Eu diria que isso triplica a necessidade de gozar. Isso pode ser feito várias vezes por dia e o resultado é certo ele ficará visível frustrado.

MASSAGEM GELADA
Uma variação da massagem prostática que é bastante eficiente para limitar qualquer tendência ao orgasmo e as sensações prazerosas é a "massagem gelada": pelo menos 10 minutos antes da massagem prostática, sacos plásticos cheios de gelo picado são dispostos em torno do pau e das bolas, onde permanecem durante a ordenha. Quando a massagem se completa, os sacos de gelo são removidos. Esta técnica também se constitui uma oportunidade apropriada para se instalar um cinto de castidade no pênis encolhido. (Funciona melhor se o homem estiver amarrado: Pois é difícil manter um homem quieto quando suas genitais estão congelando).

TEXTO ADAPTADO DO SITE DE MADAME LILITH

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